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Filmes do Oscar - 2ª Parte |
| Por: Thiago Luiz Torquato | Em: 04.04.2008 - 2:06 am | Tags: conduta de risco, filmes, juno, na natureza selvagem, oscar |
Bem , a idéia é acabar esta série(que começou dia 03/03) antes do próximo Oscar, então vou ter que acelerar um pouco mais: três filmes neste post e mais três no próximo post para fechar…
Juno Sinopse: Juno MacGuff (Ellen Page) é uma jovem de 16 anos que acidentalmente engravidou de Paulie Bleeker (Michael Cera), um grande amigo com quem transou apenas uma vez. Inicialmente ela decide fazer um aborto, mas ao chegar na clínica muda de idéia. Junto com sua amiga Leah (Olivia Thirlby) ela passa a procurar em jornais um casal a quem possa entregar o bebê assim que ele nascer, já que não se considera em condições de criá-lo. É assim que conhece Vanessa (Jennifer Garner) e Mark (Jason Bateman), um casal com boas condições financeiras que está disposto a bancar todas as despesas médicas de Juno, além de dar-lhe uma compensação financeira caso ela queira. Juno recusa o dinheiro para si, mas decide que Vanessa e Mark ficarão com seu filho. Opinião: o filminho bonitinho e fofinho do ano… Muitos disseram que era o “Pequena Miss Sunshine” de 2007, mas o fato dos dois serem independentes é uma das poucas coincidências. Eu gostei de ambos, embora tenha achado o Pequena Miss Sunshine, pois além de uma gama maior de personagens que ele tem, estes são mais “tridimensionais”, ou seja, mostram qualidades, defeitos, fraquezas… como qualquer ser humano. A trilha sonora de Juno é excelente, e o Marcus, do blog “A Grande Abóbora”, fez um bom podcast sobre ela, além de um post sobre o filme. Veja o trailler legendado do filme, postado no youtube pela galera do Cinema com Rapadura, um dos melhores sites brasileiros sobre cinema:
Na natureza selvagem Sinopse: Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca. Opinião: Um filme maravilhoso que não foi indicado a melhor filme, mas deveria… Você acompanha com curiosidade a saga do Chris McCandless em busca da real descoberta sobre si mesmo. Na sua viagem, ele deixa para trás lugares e pessoas fantásticas, até chegar ao Alaska, objetivo de sua empreitada. O irônico é que depois de buscar o isolamento, ele constata que a felicidade real só é completa se for compartilhada. É um filme que emociona, pois as sensações e sentimentos que nos transmite são genuínos. Recomendo a leitura da crítica do Cinema em Cena, muito mais completa do que esse curtíssimo comentário. Veja o trailler do filme, outra contribuição do Cinema com Rapadura:
Sinopse: Michael Clayton (George Clooney) trabalha numa das maiores firmas de advocacia de Nova York, tendo por função limpar os nomes e os erros de seus clientes. Tendo trabalhado anteriormente como promotor de justiça e vindo de uma família de policiais, Clayton é o responsável por realizar o serviço sujo da firma Kenner, Bach & Ledeen, que tem Marty Bach (Sydney Pollack) como um de seus fundadores. Apesar de estar cansado e infeliz com o trabalho, Clayton não tem como deixar o emprego, já que o vício no jogo Opinião: O melhor dos concorrentes ao Oscar que eu assisti até agora, faltando apenas o “Sangue Negro”. Também é o filme que mais vai dividir opiniões, e grande parte das pessoas não vai gostar. O motivo disso é o fato do filme ser um pouquinho complexo, um “tantinho” acima da média, e também pelo fato dele ser um pouco frio com o espectador. Se você não der uma chance a ele, dificilmente será criada alguma empatia entre ambos, mas se essa chance existir, você se surpreenderá com uma trama envolvente e com algum suspense, além de personagens fortes e muito bem interpretados. Recomendo! Veja o trailler, postado no youtube pelo pessoal do site Supercarioca.com: Thiago Luiz Torquato - editor do blog InfoNeural e colaborador do Prove Isso.net |
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Oh Nao!!! Esse post reforçou minha dor de cotovelo :|
eheheh
Na época que lançou o Juno eu fiquei de preguiça e preconceito, achei que era filme adolescente e blá, nao fui ver. Vi que eu sobrei né? Parece ser ooootimo. Só que ate agora nao consegui vê-lo :?
Beijo
Raquel, não é filminho só para adolescente não, vale a pena conferir. Boa trilha sonora, bons atores e personagens, e uma história factível… É até engraçado o desenrolar da trama, porque apesar de um draminha aqui e outro ali, os personagens lidam muito bem com toda a situação. Assista porque o filme é gostoso, do tipo que passa rápido. Quando tu perceberes, ele já terá acabado. Abraço.