Memes: Livros e Postagens |
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Eu desacredito que fui indicado por 3 caras pra um meme! Show! Quem me indicou pros memes foram o Meme: 5 Livros bons e 1 pras traças
Ai, quem leu um artigo que eu escrevi uns meses atrás vai achar que eu não gosto de literatura brasileira, porque citei que meus favoritos são Christian Jacq, Dan Brown e Bernard Cornwell. Ok, mas eu também tenho meus favoritos por aqui, apesar de só lembrar de um de cabeça, qualquer dia vou uma biblioteca e relembro os outros.
Porque eu to falando de autores? Porque é muito livro bom pra pegar só 5!! Me deixem escolher 5 autores? rs… não? Ok. Vou pensar um pouco.
Pode passar o tempo que for, DdO vai ser um livro inesquecível pra mim! Perdi as contas de quantas vezes li. E fico devendo pra vocês os autores de outra série infanto-juvenil de suspense que eu adorava quando criança, qualquer dia desses passo numa biblioteca e vejo! Pra continuar o meme… eu acho que ganho bônus por ter sido tão indicado não? Então vou juntar tudo o que posso, 4 do Lucho, 5 do Thiago e mais 4 do Badist. Ou seja, vou chamar a galera toda! Passo a bola para:
Meme: PostagensYuri do FreakLink me convidou pra este meme, onde eu devo dizer de onde eu tiro as postagens pro Prove Isso.net, eu já comentei com várias pessoas sobre isso… mas é, acho que nunca falei por aqui. Mas não é nenhum bicho de sete cabeças. A idéia é compartilhar coisas que eu gosto com as pessoas, que elas experimentem e - de preferência - também gostem rs… apesar de conhecer bem aquela máxima que diz que "gosto é igual **, cada um tem o seu…" Os indicados pra esse meme são:
-Johnny C, out. |
| Por: Johnny C | Em: 05.04.2008 | Tags: | 11 Comentários |
Literatura: Cordel |
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História: Origem:
Temáticas: Aspectos: - O fato de seus divulgadores e autores participarem da arte do cotidiano e tradições populares, a manutenção da literatura de cordel é de grande valia, valorizando, assim, o folclore nacional; - Por serem lidas em sessões públicas e terem o potencial de atingir um elevado número de exemplares distribuídos, acabam ajudando na disseminação da cultura, o hábito da leitura e luta contra o analfabetismo; - A maioria dos temas cobrem a crítica social, política e são textos de opiniã, elevando o cordel ao estandarte de teor didático e educativo. Principais autores: Para maiores informações e como adquirir, visitem o site da Academia Brasileira de Literatura Cordel. (*)xilogravura: técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. È um processo muito parecido com um carimbo.
PS do Editor: tive problemas com o artigo da VIP, mas no máximo segunda-feira está no ar! |
| Por: Laila | Em: 05.04.2008 | Tags: | Comente |
Pausa no hiatus! |
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Porque esse blog me faz falta! E tem mais novidade agora, inspirado por este post do Alessandro Martins no Nossa Via, vou de vez em quando falar sobre livros também - afinal, eles também são fonte de entretenimento! Tem 3 autores que me cativaram muito nesses últimos 5 anos (desde que entrei na faculdade, em 2003, pegava vários livros por lá): Bernard Cornwell, Dan Brown e Christian Jacq. Na ordem, Bernard Cornwell é o autor de diversas séries sobre eras passadas da Inglaterra, tratando de heróis, mitos, lendas e muita história real. Com 3 trilogias (As Crônicas de Artur, A Busca do Graal e As Crônicas Saxônicas) e uma série (As Aventuras de Sharpe), foi o primeiro dos 3 que eu conheci, quando comecei a ler As Crônicas de Artur na faculdade (não, não li por causa da faculdade, afinal sou formado em Administração de Redes). Eu tenho quase certeza que li pelo menos um dos livros de As Aventuras de Sharpe mas não me recordo agora… sei que li por inteiro as trilogias de Artur e do Graal. Depois, conheci Dan Brown com seu O Código DaVinci, que foi febre no mundo inteiro (eu li muuuuuito depois de ter virado febre, foi até engraçado porque na época do lançamento do livro sairam também vários daqueles livros que comentam o livro, como aconteceu agora no último semestre de 2007 com “O Segredo”, e eu ganhei um desses livros que comentavam o Código e até hoje não li), virou filme e tudo mais. Mas como sou curioso, não parei no Código. Fui atrás de mais… e assim descobri os outros 3 livros que são, no mínimo, tão bons quanto o Código: Anjos e Demônios, Fortaleza Digital (meu favorito) e Ponto de Impacto. Por último, mas não menos importante, conheci o trabalho de Christian Jacq. E NUNCA vou conseguir exprimir em palavras o quanto adoro esse trabalho. Pra começar, ele foca sua escrita sempre em temas voltados ao Egito Antigo - em especial as épocas dos Faraós. De suas 4 séries, já li duas e estou na metade da terceira. Em ordem, Ramsés (composta por O Filho da Luz, O Templo de Milhões de Anos, A Batalha de Kadesh, A Dama de Abu-Simbel e Sob a Acácia do Ocidente), A Pedra da Luz (composta por “Nefer, O Silencioso”, A Mulher Sábia, “Paneb, O Ardoroso” e O Lugar da Verdade), A Rainha Liberdade (composta por O Império das Trevas, A Guerra das Coroas e A Espada Flamejante) e O Juiz do Egito (composta por A Pirâmide Assassinada, A Lei do Deserto e A Justiça do Vizir). Aliás, corrigindo, estou no final de A Rainha Liberdade, já li os dois primeiros livros, falta comprar e ler o terceiro. Depois dessa espanada rápida por cima, vou falar um pouco mais sobre essa série que estou lendo, A Rainha Liberdade do Christian Jacq. Ela conta a história da rainha Ahotep e sua busca pela liberdade do Egito, dominado pelos hicsos e seu imperador das trevas, Apófis. Ao lado de seu marido Seqen e seus filhos Ramés e Amose, Ahotep passa por diversas provações e supera dificuldades aparentemente intransponíveis para não apenas libertar o Egito do jugo hicso, como também restaurar o esplendor das Duas Terras (o Alto e Baixo Egito) e seus rituais aos deuses que reinam ali, pois os hicsos não se contentaram com a invasão, eles decidiram também fazer com que a cultura egipcía desaparecesse. Christian Jacq consegue detalhar muito, mas de uma forma que não atrapalha a dinâmica da leitura… ele não se perde falando durante 300 páginas sobre detalhes de um morro, mas também não fala apenas “ali tinha um morro”. Conseguindo descrever maravilhosamente os templos abandonados e sua restauração, a beleza do Nilo indo ao Sul em direção à Núbia, as incríveis frotas criadas pelos rebeldes… E mantendo o ritmo das batalhas, desde as mais calmas, rápidas e astutas vitórias até às mais sangrentas e difíceis. Recomendo que leiam A Rainha Liberdade antes de lerem Ramsés ou A Pedra da Luz, visto que este primeiro conta uma parte da história que precede os períodos contados em Ramsés ou A Pedra da Luz, mas leiam todos pois é uma leitura muuuuuuuuuito boa! =) Prove isso ;) |
| Por: Johnny C | Em: 02.01.2008 | Tags: | 10 Comentários |
