Filmes do Oscar - 2ª Parte

Bem , a idéia é acabar esta série(que começou dia 03/03) antes do próximo Oscar, então vou ter que acelerar um pouco mais: três filmes neste post e mais três no próximo post para fechar…

Juno

Sinopse: Juno MacGuff (Ellen Page) é uma jovem de 16 anos que acidentalmente engravidou de Paulie Bleeker (Michael Cera), um grande amigo com quem transou apenas uma vez. Inicialmente ela decide fazer um aborto, mas ao chegar na clínica muda de idéia. Junto com sua amiga Leah (Olivia Thirlby) ela passa a procurar em jornais um casal a quem possa entregar o bebê assim que ele nascer, já que não se considera em condições de criá-lo. É assim que conhece Vanessa (Jennifer Garner) e Mark (Jason Bateman), um casal com boas condições financeiras que está disposto a bancar todas as despesas médicas de Juno, além de dar-lhe uma compensação financeira caso ela queira. Juno recusa o dinheiro para si, mas decide que Vanessa e Mark ficarão com seu filho.
Fonte: Adorocinema.com

Opinião: o filminho bonitinho e fofinho do ano… Muitos disseram que era o “Pequena Miss Sunshine” de 2007, mas o fato dos dois serem independentes é uma das poucas coincidências. Eu gostei de ambos, embora tenha achado o Pequena Miss Sunshine, pois além de uma gama maior de personagens que ele tem, estes são mais “tridimensionais”, ou seja, mostram qualidades, defeitos, fraquezas… como qualquer ser humano. A trilha sonora de Juno é excelente, e o Marcus, do blog “A Grande Abóbora”, fez um bom podcast sobre ela, além de um post sobre o filme.

Veja o trailler legendado do filme, postado no youtube pela galera do Cinema com Rapadura, um dos melhores sites brasileiros sobre cinema:

Na natureza selvagem

Sinopse: Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.
Fonte: Adorocinema.com

Opinião: Um filme maravilhoso que não foi indicado a melhor filme, mas deveria… Você acompanha com curiosidade a saga do Chris McCandless em busca da real descoberta sobre si mesmo. Na sua viagem, ele deixa para trás lugares e pessoas fantásticas, até chegar ao Alaska, objetivo de sua empreitada. O irônico é que depois de buscar o isolamento, ele constata que a felicidade real só é completa se for compartilhada. É um filme que emociona, pois as sensações e sentimentos que nos transmite são genuínos. Recomendo a leitura da crítica do Cinema em Cena, muito mais completa do que esse curtíssimo comentário.

Veja o trailler do filme, outra contribuição do Cinema com Rapadura:


Conduta de Risco

Sinopse: Michael Clayton (George Clooney) trabalha numa das maiores firmas de advocacia de Nova York, tendo por função limpar os nomes e os erros de seus clientes. Tendo trabalhado anteriormente como promotor de justiça e vindo de uma família de policiais, Clayton é o responsável por realizar o serviço sujo da firma Kenner, Bach & Ledeen, que tem Marty Bach (Sydney Pollack) como um de seus fundadores. Apesar de estar cansado e infeliz com o trabalho, Clayton não tem como deixar o emprego, já que o vício no jogo[bb], seu divórcio e o fracasso em um negócio arriscado o deixaram repleto de dívidas. Quando Arthur Evans (Tom Wilkinson), o principal advogado da empresa, sofre um colapso e tenta sabotar todos os casos da U/North, uma empresa que é cliente da Kenner, Bach & Ledeen, Clayton é enviado para solucionar o problema. É quando ele nota a pessoa em que se tornou.
Fonte: Adorocinema.com

Opinião: O melhor dos concorrentes ao Oscar que eu assisti até agora, faltando apenas o “Sangue Negro”. Também é o filme que mais vai dividir opiniões, e grande parte das pessoas não vai gostar. O motivo disso é o fato do filme ser um pouquinho complexo, um “tantinho” acima da média, e também pelo fato dele ser um pouco frio com o espectador. Se você não der uma chance a ele, dificilmente será criada alguma empatia entre ambos, mas se essa chance existir, você se surpreenderá com uma trama envolvente e com algum suspense, além de personagens fortes e muito bem interpretados. Recomendo!

Veja o trailler, postado no youtube pelo pessoal do site Supercarioca.com:

Thiago Luiz Torquato - editor do blog InfoNeural e colaborador do Prove Isso.net


Por: Thiago Luiz Torquato | Em: 04.04.2008 | Tags: , , , , | 2 Comentários

Filmes do Oscar - 1ª Parte

Falar dos filmes do Oscar é clichê, mas eu não quero ficar de fora, até porque não gosto da cerimônia e não tenho problemas em achincalhar os filmes indicados, caso sejam porcarias(sempre tem alguma). O fato é que apesar de não gostar da cerimônia, eu assisto todo ano, mesmo acabando as duas da madruga, e fazendo com que eu trabalhe ferrado e com cara de zumbi o dia seguinte inteiro.

Então, para não ficar enrolando muito sobre algo que já é passado, morto e enterrado, quero fazer uma série com as minhas opiniões sobre os filmes indicados e premiados, não só ao prêmio principal, mas também de outros prêmios como roteiro original e adaptado, pois é aí que se escondem as verdadeiras pérolas. Para começar a série, os vencedores de Melhor Filme e Melhor Filme de Animação.

No Country for Old Men

Onde os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men)
Sinopse: Um texano comum, Llewelyn Moss encontra uma picape cercada por homens mortos com uma carga de heroína e dois milhões de dólares ainda na caçamba. Quando ele resolve pegar o dinheiro da malsucedida transação, dispara uma reação em cadeia de catastrófica violência que nem mesmo a lei, personificada no envelhecido e desiludido xerife Bell, pode conter. Enquanto Moss tenta despistar perseguidores, em especial um misterioso criminoso que joga cara ou coroa com vidas humanas, o filme simultaneamente desnuda o drama criminal americano e amplia seus tópicos, abordando temas tão antigos quanto a Bíblia e tão contemporâneos quanto manchetes matinais.
Fonte:
Cinema em Cena

Acho bom contratar o Chuck Norris se esse cara estiver atrás de você!

Acho bom contratar o Chuck Norris se esse cara estiver atrás de você!

Minha opinião: filme para críticos. Vai agradar 10% das pessoas, e o que isso adianta? Eu gosto muito dos irmãos Coen, principalmente dos seus filmes mais “comerciais”, como “E aí, meu Irmão, Cadê Você?”, mas esse filme me agradou muito pouco. Os caras fizeram um filme que não valoriza a trama, minimalista, anti-climático, e por isso ele é genial? Você acompanha o protagonista por mais de uma hora, se identifica com o cara, afinal ele só se ferra o tempo todo mas continua lutando, e acontece aquilo!? É justificável do ponto de vista narrativo, como o Pablo Villaça explicou tão bem na sua crítica, mas foi extremamente broxante para mim e a grande maioria dos mortais… Mas uma coisa eu tenho que admitir: eu tenho medo do Anton Chigurh. Imagina esse cara te perseguindo? Eu me cag…. todo. Muito merecidos todos os prêmios conquistados pelo Javier Bardem.

Ratatoille

Ratatouille
Sinopse: Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau (Brad Garrett). Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini (Lou Romano), um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.
Fonte:
Adorocinema.com

Minha opinião: Você já viu algum filme da Pixar ruim? Eu não. Ainda mais se o diretor for o Brad Bird, do ótimo “O Gigante de Ferro” e da melhor animação e filme de super-heróis que já vi: “Os Incríveis”. Ratatoille agrada todas as faixas etárias, e talvez até mais os adultos que as crianças. Recomendo. Ainda não está convencido? Leia a crítica do Pablo Villaça (vou recorrer muito a ele).

Semana que vem a gente continua!


Por: Thiago Luiz Torquato | Em: 03.03.2008 | Tags: , , , , , , | 4 Comentários

Eu, desinformado? - “Blogagem Inédita”

Ok, explico… essa bomba caiu pra mim hoje. Tava completamente desinformado sobre isso. Hora de tomar vergonha na cara, InterNey - já pro God Reader!

Enfim, como falei, essa bomba caiu hoje ao ver no GR o post da Joaninha sobre o assunto (mas é um post que nem o meu, dizendo que ainda não fez nada rs). Dia 17 de Março é o dia da Blogagem Inédita - a convocação feita pelo Edney, foi lançada na #cparty, durante algumas daquelas milhares de discussões sobre jornalistas x blogueiros.

A idéia é a seguinte, a umbigosfera Ifigênia blogosfera é muito umbiguística né? Então, todo mundo se junta num dia pra criar conteúdos inéditos e de FORA da blogosfera. Ou, nas palavras do Edney:

É uma blogagem coletiva ou blog carnival, com o objetivo de trazer mais lucidez à blogosfera, ressaltando o valor que há na profundidade com que o bom jornalismo trata a informação e divulgando blogueiros de diferentes formações que tem aproveitado a liberdade da ferramenta para trazer conteúdo inédito para a rede.

E o pior é que eu tava com tanto sono que só 5 minutos atrás (entre correrias diferentes por aqui, geralmente eu levo horas pra escrever um post) é que eu me toquei: 17 de março! Hoje ainda é dia 29 de fevereiro! e eu tava ficando desesperado pensando no que raios eu ia conseguir produzir pra participar disso hahahaha tosco.

E numa novidade completamente umbiguística, o Thiago já me mostrou um rascunho de dois textos que ele está preparando pro PI.net! Um sobre o filme Cloverfiel - Monstro e outro sobre os Filmes do Oscar.

Mais tarde, ainda hoje, propagandation jabazístico sobre um podcast bom demais - Vê Se Pod, aqui no Prove Isso.net!


Por: Johnny C | Em: 29.02.2008 | Tags: , , , , , , , , | 3 Comentários