Filmes do Oscar - 1ª Parte

Falar dos filmes do Oscar é clichê, mas eu não quero ficar de fora, até porque não gosto da cerimônia e não tenho problemas em achincalhar os filmes indicados, caso sejam porcarias(sempre tem alguma). O fato é que apesar de não gostar da cerimônia, eu assisto todo ano, mesmo acabando as duas da madruga, e fazendo com que eu trabalhe ferrado e com cara de zumbi o dia seguinte inteiro.

Então, para não ficar enrolando muito sobre algo que já é passado, morto e enterrado, quero fazer uma série com as minhas opiniões sobre os filmes indicados e premiados, não só ao prêmio principal, mas também de outros prêmios como roteiro original e adaptado, pois é aí que se escondem as verdadeiras pérolas. Para começar a série, os vencedores de Melhor Filme e Melhor Filme de Animação.

No Country for Old Men

Onde os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men)
Sinopse: Um texano comum, Llewelyn Moss encontra uma picape cercada por homens mortos com uma carga de heroína e dois milhões de dólares ainda na caçamba. Quando ele resolve pegar o dinheiro da malsucedida transação, dispara uma reação em cadeia de catastrófica violência que nem mesmo a lei, personificada no envelhecido e desiludido xerife Bell, pode conter. Enquanto Moss tenta despistar perseguidores, em especial um misterioso criminoso que joga cara ou coroa com vidas humanas, o filme simultaneamente desnuda o drama criminal americano e amplia seus tópicos, abordando temas tão antigos quanto a Bíblia e tão contemporâneos quanto manchetes matinais.
Fonte:
Cinema em Cena

Acho bom contratar o Chuck Norris se esse cara estiver atrás de você!

Acho bom contratar o Chuck Norris se esse cara estiver atrás de você!

Minha opinião: filme para críticos. Vai agradar 10% das pessoas, e o que isso adianta? Eu gosto muito dos irmãos Coen, principalmente dos seus filmes mais “comerciais”, como “E aí, meu Irmão, Cadê Você?”, mas esse filme me agradou muito pouco. Os caras fizeram um filme que não valoriza a trama, minimalista, anti-climático, e por isso ele é genial? Você acompanha o protagonista por mais de uma hora, se identifica com o cara, afinal ele só se ferra o tempo todo mas continua lutando, e acontece aquilo!? É justificável do ponto de vista narrativo, como o Pablo Villaça explicou tão bem na sua crítica, mas foi extremamente broxante para mim e a grande maioria dos mortais… Mas uma coisa eu tenho que admitir: eu tenho medo do Anton Chigurh. Imagina esse cara te perseguindo? Eu me cag…. todo. Muito merecidos todos os prêmios conquistados pelo Javier Bardem.

Ratatoille

Ratatouille
Sinopse: Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau (Brad Garrett). Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini (Lou Romano), um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.
Fonte:
Adorocinema.com

Minha opinião: Você já viu algum filme da Pixar ruim? Eu não. Ainda mais se o diretor for o Brad Bird, do ótimo “O Gigante de Ferro” e da melhor animação e filme de super-heróis que já vi: “Os Incríveis”. Ratatoille agrada todas as faixas etárias, e talvez até mais os adultos que as crianças. Recomendo. Ainda não está convencido? Leia a crítica do Pablo Villaça (vou recorrer muito a ele).

Semana que vem a gente continua!


Por: Thiago Luiz Torquato | Em: 03.03.2008 | Tags: , , , , , , | 4 Comentários

Eu, desinformado? - “Blogagem Inédita”

Ok, explico… essa bomba caiu pra mim hoje. Tava completamente desinformado sobre isso. Hora de tomar vergonha na cara, InterNey - já pro God Reader!

Enfim, como falei, essa bomba caiu hoje ao ver no GR o post da Joaninha sobre o assunto (mas é um post que nem o meu, dizendo que ainda não fez nada rs). Dia 17 de Março é o dia da Blogagem Inédita - a convocação feita pelo Edney, foi lançada na #cparty, durante algumas daquelas milhares de discussões sobre jornalistas x blogueiros.

A idéia é a seguinte, a umbigosfera Ifigênia blogosfera é muito umbiguística né? Então, todo mundo se junta num dia pra criar conteúdos inéditos e de FORA da blogosfera. Ou, nas palavras do Edney:

É uma blogagem coletiva ou blog carnival, com o objetivo de trazer mais lucidez à blogosfera, ressaltando o valor que há na profundidade com que o bom jornalismo trata a informação e divulgando blogueiros de diferentes formações que tem aproveitado a liberdade da ferramenta para trazer conteúdo inédito para a rede.

E o pior é que eu tava com tanto sono que só 5 minutos atrás (entre correrias diferentes por aqui, geralmente eu levo horas pra escrever um post) é que eu me toquei: 17 de março! Hoje ainda é dia 29 de fevereiro! e eu tava ficando desesperado pensando no que raios eu ia conseguir produzir pra participar disso hahahaha tosco.

E numa novidade completamente umbiguística, o Thiago já me mostrou um rascunho de dois textos que ele está preparando pro PI.net! Um sobre o filme Cloverfiel - Monstro e outro sobre os Filmes do Oscar.

Mais tarde, ainda hoje, propagandation jabazístico sobre um podcast bom demais - Vê Se Pod, aqui no Prove Isso.net!


Por: Johnny C | Em: 29.02.2008 | Tags: , , , , , , , , | 3 Comentários